quarta-feira, 3 de abril de 2013

Não se apavore!



O Dr. Dubois, médico francês, que ajudou o exército de seu país durante a guerra, relata a experiência de um prisioneiro condenado à morte. Vedaram-lhe os olhos e disseram-lhe que a artéria do braço lhe seria cortada e um grupo de médicos observaria quanto tempo levaria para morrer.

Fizeram um torniquete no braço do soldado, passaram-lhe uma  navalha pela pele tendo o cuidado de não feri-lo e com uma mangueira diminuta deixaram escorrer  água devagar, gota a gota em um balde colocando embaixo.

Enquanto isso os médicos comentavam em voz alta sobre os sintomas que vinham “observando”. Falavam sobre a fraqueza do pulso e sobre a palidez do rosto.

O Dr. Dubois relata que o prisioneiro acreditou tanto no que os médicos diziam, que seu sistema nervoso foi afetado a ponto de paralisar-lhe o coração. A ansiedade e o medo conseguiram mata-lo.

Este pode ser um caso extremo do que o medo pode fazer na vida de uma pessoa, mas existem milhares de mortos vivos por causa do medo, andando pelas ruas. É gente que não consegue construir nada, paralisada pelo medo, pelo temor e a ansiedade. Não crescem, não se desenvolvem, não sonham, não constroem, simplesmente vegetam.

Quando o medo e a ansiedade tomam conta de uma vida, a tornam improdutiva.

O Senhor Jesus relatou em uma ocasião uma parábola que tem a ver com a produtividade. É a parábola dos talentos. Nela um dos homens respondeu a seu mestre: “Tive medo, e escondi teu talento na terra”.

O fim desta triste vida foi um buraco na terra. Tem muita gente neste mundo que não faz outra coisa senão “buracos na terra”. Por que não constroem alguma coisa? O medo e a ansiedade os paralisam e os tornam improdutivos.

O que fazer se temores ocultos e ansiedades íntimas perturbam sua vida? Primeiro, deixe aflorar seus medos; não fuja deles; encare-os, reconheça-os e aceite-os.

Depois de ter consciência deles, coloque seus olhos em Deus e pergunte a si mesmo: “Se o pior que pode ter acontecido com Jesus (morte na cruz), transformou-se em algo tão maravilhoso como a minha salvação, por que não posso também, transformar o medo e a ansiedade em algo cheio de significado como o desejo de lutar e vencer?”

Viva hoje. Segure o braço poderoso do Pai e caminhe sem temor. O medo e a ansiedade podem perturbar alguém que não descobriu o amor maravilhoso de Jesus, nunca aqueles que confiam no Deus Todo-Poderoso. (Alejandro Bullon)

segunda-feira, 4 de março de 2013

Tem jeito para a morte, sim!



Propaga-se por aí que se tem jeito para tudo, menos para a morte. Não concordo. A morte, uma inimiga que ainda não nos acostumamos com ela, é uma intrusa em nosso planeta.  E tem jeito para ela, sim. Aliás, um único jeito: a ressurreição. Muito diferente do que propagam os livros, as novelas, os filmes e muitos cristãos (!) desinformados.

Jesus desvendou esplendidamente o segredo da morte. “É um sono”, afirmou com simplicidade no capítulo 11 de João. Nada mais do que isso. Os mortos dormem nos túmulos. Maus e bons. Justos e injustos. Um sono do qual acordarão todos, um dia. Uns antes, outros depois. Primeiro os justos, os salvos, os que aceitaram o plano de resgate oferecido por Cristo. Mil anos depois, a vez dos que rejeitaram, ignoraram e desfrutaram irresponsavelmente da vida e da liberdade que receberam do Criador (veja João 5:28 e 29 e Apocalipse  20:5 e 6).

Sim, Deus proveu solução para tudo. Inclusive para a morte. Jesus Cristo, a “ressurreição e a vida” também venceu a morte! A vitória dEle é nossa, agora. Leia com atenção o capítulo 15 da primeira carta de Paulo aos Coríntios. São 58 versos analisando e detalhando a ressurreição. Os últimos versículos enchem de esperança os cristãos de todos os tempos. A morte, o último inimigo do ser humano, será vencida. Definitivamente vencida. Prá sempre, mesmo!

A tristeza de hoje se tornará em alegria. Nunca mais as lágrimas! Elas serão enxugadas pelo próprio Senhor Jesus “e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Apocalipse 21:4). Eu creio nisso. Do fundo do meu coração. E você?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vida afinadíssima



A campainha da casa tocou, e a senhora foi atender. Ela abriu a porta e se deparou com um senhor à entrada da casa, segurando algumas ferramentas. Ela olhou bem e disse:

- Em que posso ajudá-lo?

- Eu vim afinar o seu piano - o senhor respondeu calmamente.

- Mas eu não chamei ninguém para vir afinar o meu piano - disse a senhora toda exasperada.

- Calma, senhora! - respondeu o homem. - Eu sei que a senhora não chamou, mas os seus vizinhos chamaram.

Muitas vezes, não nos damos conta de que a nossa vida está fora do tom. Agimos como se tudo tivesse às mil maravilhas. Entretanto, aqueles que estão ao nosso redor logo percebem que alguma coisa não está em harmonia. Aliás, conheço muitas pessoas que se esforçam para mudar a música, mas acabam na mesma ladainha. Dizem que estão enroladas, que tentaram de tudo e já não sabem o que fazer. Falo de pessoas que estão passando aquele sufoco! Pode ser que você esteja entre elas. E aí, você já experimentou falar com Deus e contar a Ele que as cordas do seu coração estão arrebentadas? Pode ser que sua vida esteja assim, desafinada por estar faltando apenas um toque do Senhor. Nunca é tarde para uma nova canção.

Quando o íntimo está desafinado, o assunto é espiritual e precisa ser tratado de forma bem pessoal. Uma boa afinação requer instrumentos próprios. Da mesma forma, se você deseja ter uma vida em ordem, o arrependimento, um novo compromisso e um retorno para os braços de Jesus serão as cordas que Deus usará para afinar o seu interior e voltar a comandar a orquestra da sua vida.

Ponha sua vida diante do Senhor e Ele colocará “um novo cântico na sua boca”.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Quando não se conhece a Deus



Alguma vez você já se perguntou se houve um tempo em que a imoralidade e a licenciosidade imperassem como em nossos dias? Bom, meditemos hoje na época em que o profeta Oséias viveu. Naquele tempo a adoração da criatura tinha despojado a adoração do Criador, e quando isso acontece, quando o ser humano e o que ele pode fazer se tornam o centro da atenção, então se dá lugar a uma religião de exterioridades.

Nos dias de Oséias, ninguém mais obedecia ao Deus verdadeiro. Prevaleciam a falta de honestidade e a falsidade diante de Deus e dos homens. Eram dias de prosperidade material, mas de pobreza espiritual. Pervertia-se a justiça, oprimia-se os pobres e adulterava-se em nome de Deus, pois se tinha misturado o culto pagão com a adoração ao verdadeiro Deus.

É diante desse quadro que Oséias diz, no capítulo cinco, versículo quatro: “O seu proceder não lhes permite voltar para o seu Deus, porque o espírito da prostituição está no meio deles, e não conhecem ao Senhor”. Veja, a razão é porque “não conhecem ao Senhor”.

Se não conheciam a Deus, como pretendiam servi-Lo? Se não O conheciam, como rendiam culto a Ele? É possível “servir a Deus e dar-Lhe culto” sem conhecê-Lo? Bom, a história do povo de Israel nos dias de Oséias nos prova que sim.

Qualquer culto, qualquer igreja, qualquer mensagem, que desvia do Deus verdadeiro os olhos do povo e de alguma forma tenta levar a atenção dos homens à criatura, ao ser humano, ao seu comportamento e às suas consecuções, dá evidência de que o conhecimento de Deus está obscurecido, limitado ou nulo e mais cedo ou mais tarde, esse tipo de religião dá lugar a um cristianismo oco e de fachada. 
Quer dizer que não devemos ensinar ao povo como vestir-se, como alimentar-se e como comportar-se? Não. O que estou dizendo é que devemos ensinar ao povo como vestir-se, como alimentar-se e como comportar-se, vivendo uma vida de comunhão diária com Cristo.

Ensinar normas de conduta é apenas ético. Mas o cristianismo que Jesus veio ensinar é mais do que um código moral de ética. Ele veio transformar vidas, criar novas criaturas, que depois de transformadas, sentissem alegria em viver os princípios eternos de Sua santa Lei.

No capítulo seis, verso oito, Oséias chama ao reino do Norte de “bolo não virado”. E aqui Deus usa mais uma vez o profeta para combater a casca da religiosidade. Um bolo não virado só fica assado de um lado e por dentro é massa crua. Deus não aceita isso. Ele quer o bolo cozido por dentro e, naturalmente, dourado por fora. Deus se deleita no bom comportamento de Sua igreja. As boas obras sempre são para louvor de Seu nome. São uma oferenda cheirosa para Ele, mas só quando resultam de uma vida interior de comunhão diária com Cristo.

O Espírito Santo está pronto a reproduzir em nós o caráter de Cristo, mas precisamos permitir que Ele habite em nós cada minuto da vida. (Alejandro Bullon)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Você ainda se lembra?



Você ainda se lembra? Ainda está apaixonado por Ele? Lembre-se de Jesus. Antes de lembrar-se de qualquer outra coisa ou pessoa, lembre-se dEle. Mesmo que você se esqueça de alguém, dEle não se esqueça.

Ah, mas como esquecemos rapidamente… Tanta coisa acontece ao longo dos anos. Tantas mudanças no interior. Tantas alterações exteriores. Em algum lugar, lá atrás, nós O deixamos. Não nos afastamos dEle – simplesmente não O trouxemos conosco. Compromissos, promoções, orçamentos, nascimentos… e Cristo é esquecido.

Faz algum tempo desde a última vez que você olhou para o céu com um assombro sem palavras? Faz algum tempo desde a última vez que você se deu conta da divindade de Deus e da sua própria natureza carnal?

Em caso afirmativo, é bom que você saiba de uma coisa. Ele ainda está ali. Ele não partiu. Debaixo de todos aqueles papéis, livros, relatórios e anos, em meio a todas aquelas vozes, rostos, memórias e fotografias. Ele ainda está ali. (Max Lucado)

Querido (a), você se esqueceu de Jesus? Teu amor por Ele desapareceu com o passar do tempo? Deixe que Cristo renove o seu amor e este flua livremente outra vez, como aconteceu antes...