terça-feira, 3 de julho de 2012

Você entende a ira de Deus?


Precisamos enxergar a desordem em que nos achamos antes de apreciar o Deus que possuímos. Antes de apresentar a graça de Deus, devemos entender a fúria de Deus.
Muitos não compreendem a ira de Deus porque a confundem com a ira dos homens. Ambas têm muito pouco em comum. A raiva humana é tipicamente autodirigida e propensa a explosões de temperamento e ações violentas. Ficamos enraivecidos porque fomos olhados de cima para baixo, negligenciados ou enganados. Esta é a ira dos homens. Todavia, não é a ira de Deus.
Deus não se ira por não haverem as coisas saído do seu jeito. Ira-se porque a desobediência sempre resulta em autodestruição. Que espécie de pai senta-se à parte e assiste seu filho machucar-se?
Que espécie de Deus faria o mesmo? Você acha que Ele ri à socapa diante do adultério e do assassinato? Você pensa que Ele olha para o outro lado quando produzimos talk-shows de televisão baseados em prazeres pervertidos? Que Ele sacode a cabeça e diz, “Humanos, sempre serão humanos”?
Eu não acho. Sublinhe isto: Deus está legitimamente irado. Deus é um Deus santo. Nossos pecados são uma afronta à sua santidade. Deus é “tão puro de olhos, que não podes ver o mal e a vexação não podes contemplar” (Habacuque 1:13).
Deus está furioso com o mal que arruína Seus filhos.
A questão não é, “Como pode um Deus amoroso ficar zangado?” mas “Como pode um Deus amoroso sentir qualquer coisa menos que isto?”

Reflita hoje sobre a diferença entre a ira de Deus e a ira humana. Compare a disciplina de Deus com o modo como um pai exemplar disciplina o filho. E responda a estas quatro perguntas:
1)    O que significa para você o fato de Deus, que é suficientemente poderoso para destruí-nos, amar-nos o suficiente para disciplinar-nos?
2)    Que sentimentos ou atitudes impedem-nos de retornar para Deus depois de sofrermos as consequências de nossos próprios pecados?
3)    Se sabemos que o pecado nos destrói, por que continuamos pecando?
4)    De que modo a ira de Deus nos conduz à Sua graça?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Deus não desiste de você


Deus não desiste de você, não abre mão de andar à sua procura, de buscá-lo. Você pode estar desiludido de tudo e de todos. As asperezas da vida talvez deixaram em você marcas de sofrimento e talvez você não creia mais em nada. Mas, Deus não desiste de você. Ele o ama. Mesmo desapontado, descrente de tudo, revoltado, Deus ainda o ama. Seu amor por você não tem fim.
Como eu sei que Ele o ama? Convido você, meu querido ouvinte, a olhar para a cruz do Calvário. O Filho de Deus morrendo por você. A cruz é a revelação assombrosa do grandioso amor de Deus por mim e por você. Considerando a grandeza desse amor, volte-se para Ele. Não O deixe esperar mais. Ele está lhe dizendo: “Filho meu, dá-me teu coração.” Qual será sua resposta agora? Aonde irás?

terça-feira, 12 de junho de 2012

Ele sempre tem tempo para ouvir você


Você e eu vivemos em um mundo barulhento. Conseguir a atenção de alguém não é uma tarefa fácil. Essa pessoa deve estar disposta a deixar tudo de lado e ouvir; desligar o rádio, desviar os olhos do monitor, dobrar o canto da página e fechar o livro. É um privilégio quando alguém se dispõe a silenciar todas as coisas à sua volta para nos ouvir com clareza. Um raro privilégio, na verdade.
Você pode falar com Deus porque o Senhor o ouve. A sua voz tem importância no céu. Ele o leva muito a sério. Quando você chega à sua presença, todos os seres celestiais desejam ouvir a sua voz. Não é preciso ter medo de ser ignorado. Mesmo que você gagueje ou hesite, mesmo que o que tiver a dizer não impressione a alguém, comoverá a Deus, e Ele lhe atenderá. O Senhor ouve o pedido doloroso do idoso no asilo. Ouve a confissão rude de quem está no corredor da morte. Quando o alcoólatra implora por misericórdia, o cônjuge procura orientação, o homem de negócios sai da rua e entra na igreja, Deus os ouve.
Atentamente. Cuidadosamente. As orações são honradas como pedras preciosas… As suas palavras não param até que cheguem ao trono de Deus.
As suas orações levam Deus a mudar o mundo. Você pode não entender o mistério da oração. Não precisa compreendê-lo. Mas uma coisa é clara: as ações no céu começam quando alguém ora na terra. Que pensamento maravilhoso!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Temperamentos Transformados


PEDRO, O SANGUÍNEO


Na classificação dos quatros temperamentos, o sanguíneo, dentre outras características, é comunicativo, destacado e entusiasta. Por outro aspecto, é volúvel, indisciplinado e impulsivo. Um personagem bíblico que se encaixa nesse perfil é Pedro. Ele exibia calor, intensivamente, em suas emoções e ação dinâmica. Ninguém foi tão falante, tão vibrante e tão decisivo como Pedro. Amava o Senhor profundamente e era seu companheiro de todas as horas. Demonstrava publicamente suas emoções para com o Senhor. Era desinibido e sincero. Comunicativo, sempre respondia com entusiasmo às emoções do seu coração. Submetendo suas fraquezas ao Senhor e cheio do Espírito Santo, Deus o fortaleceu. Por meio do livro de Atos, podemos ver que seus defeitos foram sobrepujados pelas qualidades, que se realçam em poder nas palavras: constância, coragem, sabedoria, humildade, amor, amabilidade, fé, paciência, liderança.


PAULO, O COLÉRICO

Já o colérico é enérgico, independente, prático. Mas também é irado, sarcástico, impaciente. Um exemplo desse tipo de temperamento é o apóstolo Paulo. A principal qualidade do colérico é a força de vontade, que faz dele uma pessoa enérgica, eficiente, resoluta, e um líder cheio de audácia e otimismo. O livro de Atos e as cartas de Paulo revelam isso. Apesar desse caráter ativo, prático, dinâmico e corajoso, Paulo, antes de conhecer Jesus e receber o Espírito Santo, demonstrou-se um homem
cruel, zangado, hostil e amargurado, insensível, astucioso e prepotente. Porém o enchimento diário do Espírito Santo, a entrega de suas falhas a Deus fizeram dele um líder apto que defendeu o Evangelho e escreveu Gálatas 5: 16-22. Olhando para suas fraquezas, ele afirmou: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. (Filipenses 4: 13).

ABRAÃO, O FLEUMÁTICO

No grupo dos fleumáticos, o fiel Abraão se destaca. Todas as qualidades do pacífico, prático, bem-humorado, leal, calmo e eficiente, cumpridor de seus deveres, conservador em seus princípios. Deus o provou em todas as Suas promessas, mas ele permaneceu firme na fé. Todavia, ele apresentava também os defeitos desse tipo de temperamento, que são: calculista, temeroso, indeciso, contemplativo etc. Com o crescimento da sua vida espiritual e submissão a Deus, assumiu suas posições e foi liberto da incredulidade, do medo e fortalecido na fé.

MOISÉS, O MELANCÓLICO

Por último, temos a figura de Moisés o representante do grupo dos melancólicos. Ele era talentoso, abnegado, perfeccionista (Deus usou essa qualidade para lhe dar os detalhes da Lei, da justiça divina e do Tabernáculo), leal (os livros da Lei revelam isso) e extremamente dedicado. Mas sofria de um complexo de inferioridade que trazia à tona todas as fraquezas do melancólico. Muitas vezes se deixava dominar pela ira.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Por que um cristão também sofre


1Por vezes, passamos por situações difíceis para que a glória e poder de Deus sejam revelados em nós e por meio de nós. Quando Jesus passou por um cego de nascença, os discípulos perguntaram se o homem era cego por causa de seu próprio pecado ou do pecado de seus pais. Jesus respondeu: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele” (João 9:3). É possível que só compreendamos o motivo de certas coisas quando estivermos com o Senhor. Quando buscamos a Deus em meio às nossas dificuldades, porém, sua glória se manifesta nelas e em nós.
2Deus usa as dificuldades para nos purificar. A Bíblia diz: “Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo rompeu com o pecado” (I Pedro 4:1). Em outras palavras, o sofrimento em meio às dificuldades purificará nossa vida do pecado e do egoísmo. Deus permite a aflição para nos ensinar a viver para Ele, e não para nós mesmos, e para que busquemos a vontade dEle, e não a nossa. Enquanto estamos passando pelas tribulações, elas não são nada agradáveis, mas Deus quer “que participemos da sua santidade” (Hebreus 12:10). Quer que deixemos de lado as coisas que cobiçamos e nos apeguemos ao que é mais importante na vida: o Senhor.
3Por vezes, nossas dificuldades são uma forma de disciplina do Senhor. “Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela forem exercitados” (Hebreus 12:11).
O fruto da disciplina e poda ao qual o Senhor nos sujeita faz as tribulações valerem a pena. Precisamos cuidar, portanto, para não resistir a elas nem rejeitá-las. “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a Sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho” (Hebreus 12:5-6).
4Por vezes, sofremos os reflexos da obra do inimigo. O maligno sente prazer em nos tornar infelizes e tentar destruir nossa vida. Em muitas ocasiões, a angústia, a tristeza, a aflição ou a dor que você sente nada mais são que obra do diabo, e não culpa sua ou de outra pessoa. Você pode encontrar consolo em saber que, ao louvar a Deus no meio da provação, o Senhor mesmo derrotará o inimigo e fará o mal redundar em bem inimaginável [como aconteceu com Jó]. Deus quer que você ande ao lada dele pela fé e lhe ensinará a confiar nEle em meio à tribulação.

Tuyo soy señor (Somos Teus) CD JA 2012 Español

terça-feira, 3 de abril de 2012

Símbolo Marcante

Em uma escola de Salvador, na Bahia, a professora de quarta série estimulou seus alunos a trazerem na quinta-feira da Semana Santa, um ovo, e, dentro dele, qualquer objeto simbolizando a Páscoa. Um dos meninos, bem mais velho que os demais coleguinhas, chamava-se Carlos - portador da síndrome de Down. Notando a agitação, preocupação e angústia do garoto, a educadora procurou incentivá-lo, dando-lhe a certeza de que ele também conseguiria realizar a tarefa.
  No dia marcado para a apresentação dos trabalhos, cada um procurou dar o melhor de si, mostrando o símbolo e sua relação com a festa cristã. Jorginho trouxe uma pequena cruz e explicou:
- Esta cruz representa o modo como Jesus foi morto no dia da Páscoa.
- Muito bem. Meus parabéns - respondeu a professora, dando continuidade à exposição.
Em seguida, Sabrina enfatizou a importância da ceia com um cálice:
- Durante a ceia, os discípulos e Jesus beberam o vinho (suco puro de uva) num cálice, simbolizando o sangue que Ele derramaria na cruz no dia seguinte.
Outro mostrou um pequeno frasco de agradável fragrância:
- Quando estava na sepultura, algumas mulheres levaram perfumes com a intenção de ungir o corpo de Jesus, mas este já havia ressuscitado.
E assim, as crianças, uma a uma, apresentaram um prego, um pãozinho, um ramo de árvore, um pouco de água e até um espinho.
Chegando a vez de Carlos, para surpresa e decepção de todos, seu ovo estava vazio. Então, a professora quis saber por que ele não se esforçara em trazer um símbolo da Páscoa. Meio sem jeito, gaguejando, mas eufórico, respondeu:
- Mas eu trouxe, professora. Eu consegui um símbolo da Páscoa. Está vazio. Este é o símbolo. O túmulo de Jesus está vazio. Não há nada mais importante do que isso.
  Enquanto outras sepulturas mantêm seus personagens históricos ali depositados, a tumba do líder máximo do cristianismo está literalmente desocupada, para nossa alegria, nos dando a esperança de que um dia teremos, assim como Ele, a vida eterna.
Cristo veio a este mundo para morrer em nosso lugar, pelos nossos pecados, "para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna".
Mas também foi por nós que Ele, ao terceiro dia, ressuscitou dentre os mortos vencendo a morte e um dia cumprirá Sua promessa descrita em João 14:3; "Pois quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também".
Que nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo volte em breve. Amém!


quinta-feira, 1 de março de 2012

De que lado estás


DE QUE LADO ESTÁS?

“Moisés pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do Senhor, venha até mim.” Êxodo 32:26

Enquanto os filhos de Israel estavam acampados diante do Monte Sinai, Moisés foi chamado ao alto da montanha para encontrar-se com Deus. Durante sua ausência de quarenta dias, o povo volveu-se à prática pagã de adorar um bezerro de ouro. Advertido acerca do pecado deles e de seus glutônicos festejos e temendo que a ira do Senhor consumisse Israel, Moisés desceu apressadamente ao acampamento.
Depois de censurar seu irresponsável irmão Arão por haver permitido esta exibição iníqua, Moisés apoderou-se da imagem dourada e lançou-a no fogo. Então, dirigindo-se à multidão, gritou: “Quem está pelo Senhor, junte-se a mim!” A grande maioria da vasta assembleia reagiu favoravelmente. Aqueles que recusaram tomar seu lugar ao lado de Deus foram mortos.
Nem todos são chamados a escolher tão rápida e dramaticamente se querem ou não servir a Deus. Contudo, por meio de Suas justas e inflexíveis exigências, o Todo-poderoso está testando continuamente a lealdade de cada um para com Ele. Cada mente é dotada de poder para discernir entre o certo e o errado. Diariamente a vontade deve determinar se quer ou não obedecer aos mandamentos de Deus.
Certa vez amigos perguntaram a um surdo-mudo por que ele frequentava a igreja tão fielmente. “É para que as pessoas saibam – respondeu ele por sinais – de que lado estou.” Ao aproximar cada vez mas o fim do tempo, mais e mais pessoas decidirão dia a dia ao lado de quem estão. No final, assim como foi no Sinai, haverá apenas dois lados – o lado do Senhor e o lado de Satanás. A decisão nesta grande questão é a mais oportuna que qualquer pessoa fará neste mundo ou no futuro.
Você quer ter certeza de estar ao lado do Senhor? Aqui estão sete sugestões úteis escritas recentemente por um ministro veterano:
1 – Decida estar com Deus, venha o que vier.
2 – Aprenda a crer em suas crenças e duvidar de suas dúvidas.
3 – Seja seguro e positivo em sua confiança em Deus.
4 – Determine que será um cristão trabalhador. Conserve em mente que não é necessário ser empregado pela igreja para ser um bem-sucedido ganhador de almas.
5 – Leia e estude sua Bíblia fielmente.
6 – Saiba onde permanece e por quê.
7 – Conserve seus olhos fitos em Jesus. Faça dEle seu amigo, seu exemplo, e seu guia.